Programação MIMO Festival 2016

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MIMO acontece sempre em cidades e locais históricos (Foto: Beto Figueroa)

A Praça Paris é o cenário principal do MIMO Festival 2016 que rola nesse fim de semana, de 11 a 13 de novembro, aqui no Rio.

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Domingo tem Ney Matogrosso (Foto: Marcos Hermes)

Tem shows do Ney Matogrosso, nomes internacionais como Jacky Terrasson & Stéphane Belmondo, Pat Thomas & Kwashibu Area Band, e as duplas João Bosco e Hamilton de Holanda, Jards Macalé e Otto, Simone Mazzer e Alice Caymmi no Palco Se Ligaê. E o melhor: TUDO DE GRAÇA!

A maior parte das apresentações acontecem na Praça Paris, mas rolam outras em espaços do patrimônio histórico como igrejas e museus. Ah, ainda tem exibição de 26 filmes inéditos com temática musical em cartaz lá no Cine Odeon. Tá tudo detalhado aqui embaixo 😉 Partiu?

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Praça Paris (Foto: Divulgação)

PROGRAMAÇÃO COMPLETA RIO DE JANEIRO 2016
MÁRIO LAGINHA & PEDRO BURMESTER (Portugal)
11 NOV (SEX)
Rio de Janeiro 18H30
Igreja da Candelária
Os aclamados instrumentistas portugueses unem seus talentos para um concerto de dois pianos. Embora ambos tenham formação clássica, suas carreiras trilharam rumos diferentes. Ao passo que Burmester enveredou pelo repertório clássico, Laginha ganhou reconhecimento como instrumentista e compositor de jazz, abrindo-se à experimentação da música de diferentes sotaques e à consagrada parceria com a cantora Maria João. Porém, desde os anos 1980, promovem concorridos encontros, onde somam inclinações e experiências. Foi assim que, em 1994, saíram em turnê com “Duetos”. O reencontro viria em 2007, quando empreenderam o excepcional projeto “3Pianos”, ao lado de outro grande artista de Portugal, Bernardo Sassetti. No MIMO Rio de Janeiro, a dupla se reúne para interpretar obras clássicas e de autores como João Paulo Esteves da Silva, Pixinguinha e Aaron Copland.

ANTONIO NÓBREGA
11 NOV (SEX)
Rio de Janeiro 19H
Espaço BNDES – Auditório Arino Ramos Ferreira
Jovem violinista convidado a integrar o Quinteto Armorial por Ariano Suassuna, em 1970, o aclamado artista pernambucano apresentará “Um recital para Ariano”. A homenagem ao imortal romancista, dramaturgo, poeta e professor brasileiro (falecido em 2014), tem um certo tom sentimental, devido à enriquecedora convivência dele com o mestre por tantos anos. Formado por poemas, martelos agalopados, excelências e toques instrumentais marcados pelo espírito do sertão, traz um cancioneiro feito de poemas e romances de Ariano, musicados por Nóbrega, e temas inspirados em suas conversas e nos escritos do autor. Esta viagem musical passará pelos romances ”A Nau Catarineta” e “A filha do imperador do Brasil”, as canções “O rei e o palhaço” e “Canudos” e peças instrumentais, como “Ponteio acutilado”.

SIMONE MAZZER convida ALICE CAYMMI
11 NOV (SEX)
Rio de Janeiro 19H
Palco Se Ligaê (Lago)
A força interpretativa e o timbre marcante aliados à voz clara e potente da artista vêm da experiência nos palcos de teatro em Londrina. Some-se a isso o bom gosto na seleção do repertório, que mistura baladas, blues, tango e soul music, entre outros gêneros. Não podia dar errado: Simone Mazzer é uma das mais interessantes cantoras que surgiu no Brasil nos últimos tempos. Com o primeiro e aclamado álbum solo, “Férias em videotape”, ela concorreu em duas categorias do Prêmio da Música Brasileira, em 2016 – na de “melhor cantora”, ao lado de Elza Soares e Gal Costa, e “revelação”, pelo qual se saiu vencedora. No concerto do MIMO, mostrará os sucessos “Tango do mal” e “Mente mente”, obras de Itamar Assumpção, Angela Ro Ro, Ronaldo Bastos e Celso Fonseca e Björk, e um apanhado de músicas que bem descreve a sua identidade artística. No MIMO Rio, Simone terá como convidada a cantora e compositora Alice Caymmi.

MÁRIO LÚCIO (Cabo Verde)
11 NOV (SEX)
Rio de Janeiro 20H
Palco Praça Paris
Igreja do Rosário
O ex-ministro da Cultura de Cabo Verde promoveu uma verdadeira revolução no meio cultural de seu país nos cinco anos em que esteve à frente do ministério, até março de 2016. Refinado escritor, recebeu o Prémio Miguel de Torga, em 2015, com “Biografia do Língua”, e se tornou o artista mais jovem a ser condecorado com a Ordem do Vulcão pela Presidência da República, em 2006, ao lado de Cesária Évora. Compositor e estudioso da música cabo-verdiana tradicional, foi fundador e líder do grupo Simentera. Gravou com Paulinho da Viola, Manu Dibango, Maria João e Mário Laginha, Gilberto Gil, Pablo Milanés, Milton Nascimento, Harry Belafonte e Teresa Salgueiro, entre outros. Está de volta aos palcos com o projeto “Peregrinasons”, em que viaja sozinho com sua guitarra e reúne músicos locais por onde passa.

GUINGA, LEILA PINHEIRO & MÔNICA SALMASO
11 NOV (SEX)
Rio de Janeiro 21H
Palco Se Ligaê (Lago)
O conceituado violonista e compositor carioca faz uma grande celebração no MIMO com este concerto inédito. Comemora 50 anos de carreira, 20 do estrondoso sucesso de “Catavento e girassol” (dele e Aldir Blanc, que está festejando 70 anos), por sua intérprete, Leila Pinheiro, mostra a canção vencedora do Prêmio da Música Brasileira de 2015, “Sedutora” (Paulo César Pinheiro), na voz de Mônica Salmaso, entre outras pérolas de seu repertório. Indicado ao Grammy Latino de 2012 por “Rasgando seda”, ao lado do Quinteto Villa-Lobos, recebeu, em 2016, o Prêmio da Música Brasileira de melhor arranjador pelo CD “Porto da Madama”. Incentivado desde muito jovem por mestres como Hélio Delmiro, despontou no Festival da Canção de 1967, com “Sou só solidão”. Foi gravado por alguns dos maiores nomes da MPB – Elis Regina (Bolero de Satã”) e Clara Nunes (“O punhal”), pelo parceiro Chico Buarque (“Você, você”) – e da música internacional, como Michel Legrand (“Passos e assovios”).

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Cantora colombiana Totó La Momposina (Foto: Divulgação)

TOTÓ LA MOMPOSINA (Colômbia)
11 NOV (SEX)
Rio de Janeiro 22H30
Palco Praça Paris
A “rainha da cúmbia”, uma das principais vozes da América Latina nas últimas cinco décadas, celebra no palco do MIMO a riqueza da costa caribenha da Colômbia. Com a voz potente, uma energia impressionante e figurinos coloridíssimos, a cantora também é referência para as novas gerações (gravou com o jovem e premiadíssimo trio de rap Calle 13, ao lado de Maria Rita e Susana Baca). Fazendo a multidão vibrar por onde passa, através da fusão dos
ritmos indígenas com a música afro-latina, Totó é vencedora do Grammy Latino, pelo conjunto da obra (2013), e do Womex em 2006, por sua trajetória. O salto para a fama veio em 1982, durante a cerimônia de entrega do Nobel de Literatura a Gabriel García Márquez. Em 2003, Totó gravou nos estúdios de Peter Gabriel o álbum “La candela viva”, que foi indicado ao Grammy, e acaba de lançar “Tambolero”.

TRIO CAPITU
12 NOV (SÁB)
Rio de Janeiro 11H
Igreja da Irmandade da Santa Cruz dos Militares
Com nome inspirado na mais famosa personagem de Machado de Assis e formação original, o grupo reúne jovens musicistas, com experiências em grandes orquestras: Débora Nascimento (fagote), Janaína Perotto (oboé) e Sofia Ceccato (flauta). Bem recebido pela crítica e o público dos centros culturais e festivais espalhados pelo Brasil, desde que surgiu em 2012, o virtuoso e criativo Trio Capitu foi finalista do Prêmio da Música Brasileira de 2016, na categoria “Revelação”, pelo álbum de estreia, “Novos ventos”. No ano passado, participou da abertura das comemorações dos 450 anos do Rio de Janeiro. Revigorando a música de câmara e reavivando a combinação singular de seus instrumentos, apresentará o rico repertório para esta formação e obras de novos compositores brasileiros, com arranjos especiais.

DOCONTRA – ARTISTA PRÊMIO MIMO INSTRUMENTAL
12 NOV (SÁB)
Rio de Janeiro 16H
Igreja de São Francisco da Penitência
Quinteto formado por contrabaixistas da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, o grupo procura explorar todas as possibilidades de repertórios possíveis para esta formação camerística. Dessa forma, Marcos Lemes, Nilson Bellotto, Pablo Guíñez, Rossini Parucci e Walace Mariano buscam proporcionar ao público uma nova maneira de se ouvir a música brasileira. O DoContra apresentará arranjos inéditos para obras de Villa-Lobos, Clube da Esquina e João Bosco, entre outros mestres.

BANDA ZIL
12 NOV (SÁB)
Rio de Janeiro 17H
Palco Se Ligaê (Lago)
Formada por dois integrantes do Boca Livre, Zé Renato e Claudio Nucci, e alguns dos melhores instrumentistas brasileiros surgidos nos anos 1980 – Ricardo Silveira (guitarra), Marcos Ariel (piano, teclados), Zé Nogueira (saxofone), Jurim Moreira (bateria) e João Batista (baixo) – a Zil atuou com muito sucesso, lotando as principais casas noturnas do circuito, como o Jazzmania. Em 1987, a banda gravou um álbum de músicas autorais e parcerias com a nata dos compositores do país, do nível de Moacir Santos, Milton Nascimento e Aldir Blanc. Três anos depois, o disco foi lançado nos EUA, Europa e Japão, com mais uma faixa “Song for a rainforest”, que se destacou nas paradas americanas, como noticiou a “Billboard”. Os músicos seguiram suas carreiras solos e, recentemente, voltaram a tocar juntos para gravar um DVD. O resultado deste reencontro será mostrado em concerto no MIMO.

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Pablo Lapidusas International Trio (Foto: Divulgação)

PABLO LAPIDUSAS INTERNATIONAL TRIO (Argentina/ Cuba/ Portugal)
12 NOV (SÁB)
Rio de Janeiro 19H
Palco Praça Paris
O exímio pianista reflete na música a sua experiência de vida, é um cidadão do mundo. Nascido em Buenos Aires e criado em Minas Gerais, Pablo Lapidusas se formou na Unicamp (SP) e, no tempo em que morou no Rio de Janeiro, tocou e gravou com artistas de diferentes estilos, como Edu Lobo, Hermeto Pascoal, Sandra de Sá, Carlos Malta, Cesar Camargo Mariano e Marcelo D2, tendo excursionado com o rapper por 20 países e participado do Festival de Montreux e do Rock in Rio. Mudou-se para Lisboa, ingressando na Escola Superior de Música para fazer mestrado em performance jazzística. Sua carreira solo, marcada pelo lançamento dos álbuns “Ouriço” (2008) e “Estrangeiro” (2013), foi saudada com entusiasmo pela crítica. Em 2015, criou seu trio para o projeto “P.L.I.N.T: Live in Johannesburg”, que vem se apresentando em turnê internacional.

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Jards Macalé convida Otto (Foto: Dulce Helfer)

JARDS MACALÉ convida OTTO
12 NOV (SÁB)
Rio de Janeiro 19H
Palco Se Ligaê (Lago)
Antenado e irreverente, o cantor, compositor, arranjador e exímio violonista, carioca atravessa um momento de grande visibilidade e reconhecimento em 50 anos de carreira, na companhia de uma nova geração de músicos e com shows lotados pelo público mais jovem. Gravado por Maria Bethânia e Gal Costa, entre outras vozes coroadas da MPB, produtor do famoso disco do exílio de Caetano Veloso, “Transa”, Jards Macalé também é ator e tem produções cinematográficas recentes sobre a sua trajetória. Em sua obra, figuram sucessos em parceria com Waly Salomão (“Vapor barato” e “Negra melodia”), Duda Machado (“Hotel das Estrelas” e Mal secreto”) e Capinam (“Farinha do desprezo”), que ele apresentará em concerto no MIMO, ao lado de seu trio, e com a participação especial do cantor, compositor e percussionista pernambucano Otto.

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Bixiga 70 (Foto: Divulgação)

BIXIGA 70
12 NOV (SÁB)
Rio de Janeiro 20H
Palco Praça Paris
O coletivo instrumental, formado por integrantes de grupos de destaque na cena paulistana, já é um sucesso no Brasil e no exterior, apesar de ter surgido há apenas cinco anos. O som da big band dançante, formada por dez músicos e que conquistou em 2014 o Prêmio da Música Brasileira, na categoria “Revelação”, mescla com maestria jazz, funk e música afro-brasileira, a partir de uma gama de influências que passa por dub e reggae, cúmbia e carimbó, ethio-jazz e samba-jazz. As apresentações ao vivo do grupo, que está lançando o terceiro álbum de carreira, são repletas de energia e renderam convites para shows nas principais cidades brasileiras e turnês internacionais. O nome do grupo se refere ao endereço do Estúdio Traquitana, onde o grupo surgiu e que está localizado no bairro boêmio de São Paulo.

JOÃO BOSCO & HAMILTON DE HOLANDA
12 NOV (SÁB)
Rio de Janeiro 21H
Palco Se Ligaê (Lago)
Dois gigantes da música brasileira têm encontro marcado no palco do MIMO Festival para um concerto inédito. O consagrado cantor e compositor de sucessos, João Bosco, e o exímio e premiado bandolinista, Hamilton de Holanda – ambos com consistente carreira internacional – se unem para apresentar o projeto “Eu vou pro samba”. Eles dividem o palco durante toda a apresentação, ao lado de músicos convidados, para mostrar ao público, de forma revista e
atualizada, algumas das mais representativas obras de todos os tempos deste que é o mais popular gênero da nossa música. A dupla está selecionando composições de Ary Barroso, Dorival Caymmi, Tom Jobim, Chico Buarque, entre outros autores, que irão apresentar ao lado de sambas de sua autoria, com novos arranjos.

PAT THOMAS & KWASHIBU AREA BAND (Gana)
12 NOV (SÁB)
Rio de Janeiro 22H30
Palco Praça Paris
Com 50 anos de carreira, Pat Thomas é uma lenda viva da música africana. A principal, mais poderosa e atuante voz do highlife de Gana – gênero surgido no início do século XX, que se tornou muito popular no mundo e influenciou diretamente o afrobeat. O highlife quase desapareceu no final da década de 1970, até ser levado por seus grandes nomes para o exterior, onde evoluiu, ganhou novas cores e outros ritmos. Depois de exilar-se na Europa e Canadá e incursionar por outras sonoridades, Pat Thomas reassume o gênero de maneira ainda mais expressiva e reúne em estúdio um timaço para gravar o novo álbum. O bandão que acompanha a sua aclamada voz é formado por guitarras, teclados, trompete, saxofone, bateria, percussão e baixo. Em turnê pelos principais festivais do mundo, o artista virá se apresentar pela primeira vez no Brasil, como atração do MIMO, para mostrar o incensado trabalho com a Kwashibu Area Band.

ODETTE ERNEST DIAS & LOURENÇO VASCONCELOS
13 NOV (DOM)
Rio de Janeiro 11H
Igreja da Irmandade da Santa Cruz dos Militares
Flautista parisiense premiada que se mudou para o Rio de Janeiro, nos anos 1950, a convite do maestro Eleazar de Carvalho para integrar a Orquestra Sinfônica Brasileira, a musicista, professora e concertista participou de importantes momentos da história da música brasileira, inclusive da Bossa Nova. Ao ser transferida para Brasília, para trabalhar como professora do Departamento de Música da UNB, acabou por ser um dos fundadores do Clube do Choro, ao lado de Waldir Azevedo e Bide da Flauta, entre outros ilustres chorões. Sempre em atividade, Odette preparou um concerto especial para o MIMO, “Do barroco ao Brasil”, onde apresentará ao lado do neto, o vibrafonista Lourenço Vasconcellos, sonatas de Bach e Telemann e uma preciosa sequência de valsas brasileiras, composições de mestres da música popular como Pixinguinha e Radamés Gnatalli.

FORTUNA
13 NOV (DOM)
Rio de Janeiro 16H
Igreja do Outeiro da Glória
Reconhecida na cena musical brasileira por pesquisar e retomar sonoridades, melodias e tradições musicais judaicas, a cantora, compositora e atriz Fortuna assina cinco das 13 músicas do concerto “Novos mares”, trabalho que apresentará no MIMO Rio de Janeiro. O repertório traça o percurso dos judeus orientais que saíram do Oriente Médio, através de temas em árabe, hebraico e francês – passando pela Espanha e Portugal, até chegarem ao Brasil. A música é vista por Fortuna como fio condutor essencial ao para alcançar um diálogo intercultural entre nações e religiões diferentes.

CCOMA
13 NOV (DOM)
Rio de Janeiro 17H
Palco Se Ligaê (Lago)
O duo de jazz étnico e eletrônico de Caxias do Sul, formado há 11 anos pelo baterista e produtor Luciano Balen e o trompetista Roberto Scopel, volta ao MIMO Festival para apresentar o quarto álbum de carreira, “Subtropical temperado”, recém-lançado pelo selo Natura Musical. Atração do MIMO Olinda em 2012 e vencedora do Prêmio da Música Brasileira de 2013, na categoria “melhor álbum eletrônico”, por “Peregrino”, a dupla turbina a sua sonoridade ao adicionar a voz de Etiene Nadine e o baixo de Rafael de Boni no CD que revisita os timbres do final dos anos 1970 e início dos 1980. “Aprendendo a jogar”, música de Guilherme Arantes e sucesso de Elis Regina, ganha nova roupagem no disco que traz o bugio dos Irmãos Bertussi, “O casamento de Doralícia”, cúmbia, bolero, funk carioca e afrobeat.

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Jack Terrasson & Belmondo (Foto: Philippe Levy-Stab)

JACKY TERRASSON & STÉPHANE BELMONDO (França)
13 NOV (DOM)
Rio de Janeiro 18H
Palco Praça Paris
Amigos e parceiros há 30 anos e nomes fortes da cena jazzística francesa, o pianista Jacky Terrason e o trompetista Stéphane Belmondo se reencontraram depois de algum tempo distantes para a formação de um duo imbatível. Esta reaproximação foi a semente do inspirado álbum “Mother”, recém-lançado em Paris e recebido com grande entusiasmo pela crítica. Em um clima mais intimista, a dupla interpreta composições próprias, standards do jazz
americano, como “You don’t know what love is” (Don Raye e Gene de Paul), “In your own sweet way” (Dave Brubeck) “ e “First song” (Charlie Haden), clássicos do cancioneiro francês, a exemplo de “Que rest-t-il de nos amours?” (megasucesso de Charles Trenet) e “Les valseuses” (Stéphane Grapelli), e a versão para um hit de Stevie Wonder (“You are the sunshine of my life”). Terrason e Belmondo farão concerto exclusivo no Palco MIMO no Rio de
Janeiro, no dia 13 de novembro.

CHICO CESAR & MIGUEL ARAUJO (Brasil/Portugal)
13 NOV (DOM)
Rio de Janeiro 19H
Palco Se Ligaê (Lago)
Autor de músicas que se tornaram verdadeiros clássicos da MPB, Chico César saiu emplacando uma composição atrás da outra, desde que lançou os primeiros álbuns na década de 1990. Hits como “Mama África”, “À primeira vista”, “Mulher eu sei” eram tocados sem parar nas emissoras de rádio. “Estado de poesia”, que Maria Bethânia gravou em “Carta de amor”, dá título ao novo CD de inéditas do artista paraibano. O cantor e compositor fará um concerto exclusivo no MIMO, dividindo o palco com o novo fenômeno da música portuguesa, Miguel Araújo. O integrante da banda Os Azeitonas estourou com o primeiro single solo, “Os maridos das outras” (2012), indicada à canção do ano nos principais prêmios, como o da Sociedade Portuguesa de Autores, Globos de Ouro e gala da RTP, enquanto era apontado como “melhor intérprete individual” e “personalidade masculina do ano na categoria de música”. Aclamado pela crítica e com concertos lotados nos espaços nobres da música, consagrou-se definitivamente com “Crónicas da cidade grande”.

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Ney Matogrosso faz o show Atento aos Sinais (Foto: Marcos Hermes)

NEY MATOGROSSO
13 NOV (DOM)
Rio de Janeiro 20H30
Palco Praça Paris
Ney Matogrosso fará o encerramento do MIMO Festival no Rio de Janeiro, no domingo, 13 de novembro, com o concerto comemorativo dos seus 40 anos de carreira, “Atento aos sinais”, projeto lançado em 2013. Traz no repertório, músicas de grandes nomes da MPB, como Paulinho da Viola, Caetano Veloso, Itamar Assumpção, Martinho da Vila, Arnaldo Antunes e Lenine. Um dos maiores intérpretes da nossa música, que vendeu mais de um milhão de cópias com o álbum de estreia dos Secos & Molhados, o cantor recebeu o Grammy Latino pelo conjunto da obra, em 2014, e foi duas vezes vencedor no Prêmio da Música Brasileira em 2015, como “melhor cantor” e “melhor álbum” na categoria pop/rock/reggae/hip-hop/funk. Há dois anos, Ney participou do Festival MIMO de Cinema, lançando em Paraty o documentário sobre sua trajetória, “Olhos nus”, de Joel Pizzini.

MIMO Festival 2016
Quando? De 11 a 13 de novembro
Quanto? 0800
Rede Social? Facebook

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